IV – AÇÕES OBSESSIVAS

Publicado: 14/02/2012 em Estudo 3 - UMBANDA - O Mundo que nos cerca

Aprendemos que no campo do psiquismo os pensamentos são elaborados e devidamente estruturados, a fim de serem reflexionados e adaptados para o mundo físico das células nervosas ou zona consciente, e que esses pensamentos tomam formas alimentando assim nossa pscosfera ambiente, atraindo todos os tipos de energias afins. Com isso, estamos sempre sugeitos as interferências espirituais, influenciando e sendo inflienciados de acordo com nosso nível vibracional e nosso estado de pensamento.

Sabemos também que esse campo vibracional é resultado das várias vivências reencarnatórias, sendo assim, podemos compreender que elevada percentagem das personalidades humanas, traz no intimo do seu próprio ser, raízes e brechas de comunhão com esse passado, através dos quais são suscetíveis de sofrer os mais estranhos processos de obsessão oculta.

A Indução Espiritual”, que é a influência natural e espontana de um desencarnado para o encarnado, e vice e versa, que na maioria das vezes é de modo casual, sem premeditação ou maldade alguma. O espírito vê o encarnado, sente a sua benéfica aura vital, que o atrai, pelo simples sensação de bem estar. Porém, encontrando-se enfermo ou em sofrimento, transmite ao encarnado suas angústias e dores, a ponto de desarmonizá-lo.

Os sensitivos, sem educação mediúnica, são comum chegarem em casa esgotados, angustiados ou se queixando de profundo mal-estar. Por ressonância vibratória, o desencarnado recebe um certo alívio, uma espécie de calor benéfico que se irradia do corpo vital mas que causa no encarnado o mal-estar de que este se queixa.

Hábitos perniciosos ou víciosos, atraem tais tipos de companhia espiritual. De qualquer maneira, o encarnado é sempre o maior prejudicado, por culpa da sua própria invigilância, "orai e vigiai" são as palavras chaves e o agir conscientemente, é a resposta. A influência exercida pelos desencarnados, em todas as esferas da atividade humana poderá ser feita de maneira sutil e imperceptível, por exemplo, sugerindo uma única palavra escrita ou falada que deturpe o significado da mensagem do encarnado de modo a colocá-lo em situação delicada.

A indução espiritual, embora aparente certa simplicidade, pode evoluir de maneira drástica, ocasionando repercussões mentais bem mais graves, simulando até mesmo, uma subjugação espiritual por vingança. Durante o estado de indução espiritual, existe a transferência da energia desarmônica do desencarnado para o encarnado, este fato poderá agravar outros fatos precedentes, como entrar em ressonância vibratória com um passado angustioso, através de "flashes ideoplásticos”, trazem uma desarmonia psíquica para a vida presente. Ou seja, um fato qualquer na vida presente poderá ativar uma faixa angustiosa de vida passada e tal vibração, gera a sintonia vibracional que permite a aproximação de um espírito desencarnado em desarmonia.

A obsessão espiritual, da qual nós conhecemos, é a ação persistente e consiente que um espírito mau exerce sobre um indivíduo e apresenta caracteres muito diversos, desde a simples influência moral, sem perceptíveis sinais exteriores, até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais. Ela é a ação nefasta e continuada de um espírito sobre outro, independentemente do estado, de encarnado ou desencarnado, em que se encontrem.

A obsessão implica sempre ação consciente, com objetivo bem nítido, visando fins e efeitos muito definidos, pelo obsessor que sabe muito bem o que está fazendo. Esta ação premeditada, planejada e posta em execução, por vezes, com esmero e sofisticação, constitui a grande causa das enfermidades psíquicas. Quando a obsessão se processa por “imantação mental”, a causa está, sempre em alguma imperfeição moral da vítima, na encarnação presente ou nas anteriores, imperfeição esta que permite a ação influenciadora de espíritos malfazejos.

A obsessão é a enfermidade do século, tão grande é o número de casos rotulados como disfunção cerebral ou psíquica, nos quais, na verdade, ela está presente. Então podemos afirmar que fora às doenças causadas por distúrbios de natureza orgânica, como traumatismo craniano, infecção, arteriosclerose e alguns raros casos de ressonância com o Passado (desta vida), TODAS as enfermidades mentais são de natureza espiritual. A maioria dos casos é de desencarnados atuando sobre encarnados.

A etiologia das obsessões, todavia, é tão complexa quanto profunda, vinculando-se às

dolorosas conseqüências de desvios morais em que encarnado e desencarnado trilharam caminhos da criminalidade franca ou dissimulada; ambos, portanto, devendo contas mais ou menos pesadas, por transgressões à grande Lei da Harmonia Cósmica, por isso passam a se encontrar na condição de obsediado e obsessor, desarmonizados, antagônicos, sofrendo mutuamente os campos vibratórios adversos que eles próprios criaram.

A maioria das ações perniciosas de espíritos sobre encarnados implica todo um extenso processo a se desenrolar no Tempo e no Espaço, em que a atuação odiosa e pertinaz, nada mais é do que um contínuo fluxo de cobrança de mútuas dívidas, perpetuando o sofrimento de ambos os envolvidos. Os perseguidores de ontem, são vítimas hoje, em ajuste de contas interminável, mais trevoso do que dramático, onde ambos, perseguidor e vítima atuais, estão atrasados na evolução espiritual, pois tendo transgredido a Lei da Harmonia Cósmica e não compreendendo os desígnios da Justiça Divina, evocam a si, nos atos de vingança, poder e responsabilidade que são de Deus.

Os tipos de ação obsessiva podem acontecer em desencarnado atuando sobre desencarnado; desencarnado sobre encarnado; encarnado sobre desencarnado, encarnado sobre encarnado ou ainda obsessão recíproca, onde esses dois últimos, estudados sob o título de Pseudo-Obsessão.

A Pseudo-Obsessão” é a atuação do encarnado sobre o encarnado ou a obsessão recíproca. Todos nós conhecemos criaturas dominadoras, prepotentes e egoístas, que comandam toda uma família, obrigando todos a fazerem exclusivamente o que elas querem. Tão obstinada e ao mesmo tempo descabida pode se tornar esta ação, que, sucedendo a morte do déspota, todas as vítimas de sua convivência às vezes chegam a respirar, aliviadas. No entanto, o processo obsessivo continua, pois a perda do corpo físico não transforma o obsessor.

Este tipo de ação nefasta é mais comum entre encarnados, embora possa haver pseudo-obsessão entre desencarnados. Trata-se de ação perturbadora em que o espírito agente não deseja deliberadamente, prejudicar o ser visado. É conseqüência da ação egoísta de uma criatura que faz de outra o objeto dos seus cuidados e a deseja ardentemente para si própria como propriedade sua. Exige que a outra obedeça cegamente às suas ordens desejando protegê-la, guiá-la e, com tais coerções, impede-a de se relacionar saudável e normalmente com seus semelhantes.

Acreditamos que o fenômeno não deve ser considerado obsessão propriamente dita, pois o agente não tem intuito de prejudicar o outro. Acontece que, embora os motivos possam até ser nobres, a atuação resulta prejudicial, com o tempo, poderá transformar-se em verdadeira obsessão.

A pseudo-obsessão é muito comum em pessoas de personalidade forte, egoístas, dominadoras, que muitas vezes, sujeitam a família à sua vontade tirânica. Ela aparece nas relações de casais, quando um dos cônjuges tenta exercer domínio absoluto sobre o outro, caso clássico, por exemplo, é o do ciumento que cerceia de tal modo a liberdade do ser amado que, cego a tudo, termina por prejudicá-lo seriamente. Nesses casos, conforme a intensidade e continuidade do processo, pode se instalar uma obsessão simples de encarnado sobre encarnado.

O que dizer do filho mimado que chora, bate o pé, joga-se ao chão, até que consegue que o pai ou a mãe lhe dê o que quer ou lhe "sente a mão". Qualquer das duas reações faz com que o pequeno e "inocente" vampiro, absorva as energias do oponente. O que pensar do chefe déspota, no escritório? E dos desaforos? E que tal a mulher dengosa que consegue tudo o que quer? Quais são os limites prováveis?

Enquanto o relacionamento entre encarnados aparenta ter momentos de trégua enquanto dormem, o elemento dominador pode desprender-se do corpo e sugar as energias vitais do corpo físico do outro. Após o desencarne, o elemento dominador poderá continuar a "proteger" as suas relações, a agravante agora é que o assédio torna-se maior ainda, pois o desencarnado não necessita cuidar das obrigações básicas que tem como encarnado, tais como: comer, dormir, trabalhar, etc.

O obsediado poderá reagir as ações do obsessor criando condições para a obsessão recíproca. Quando a vítima tem condições mentais, esboça defesa ativa, ela procura agredir o agressor na mesma proporção em que é agredida estabelecendo assim um círculo vicioso de imantação por ódio mútuo, difícil de ser anulado.

Em menor ou maior intensidade, essas agressões recíprocas aparecem em quase todos os tipos de obsessão, são eventuais, sem características que as tornem perenes, surgindo conforme circunstâncias e fases existenciais, podendo ser concomitantes a determinados acontecimentos. Apesar de apresentarem, às vezes, intensa imantação negativa, esses processos de mútua influência constituem obsessão simples, tendo um único obsessor.

Quando a obsessão recíproca acontece entre desencarnado e encarnado é porque o encarnado tem personalidade muito forte, grande força mental e muita coragem, pois enfrenta o espírito em condições de igualdade. No estado de vigília, a pessoa encarnada normalmente não sabe o drama que esta vivendo, e é durante o sono e desdobrada que passa a ter condições de enfrentar e agredir o contendor.

Um outro processo de ação obsessiva é a “Simbiose”, que na biologia consiste na duradoura associação de seres vivos, harmônica e às vezes necessária, com benefícios recíprocos, a simbiose espiritual obedece ao mesmo princípio. na Biologia, o caráter harmônico e necessário deriva das necessidades complementares que possuem as espécies que realizam tais associações que primitivamente era considerado parasitismo, mas com o tempo, a relação evoluiu e se disciplinou biologicamente, onde o parasitado também começou a tirar proveito da relação.

Existe simbioses entre espíritos como entre encarnados. É comum se ver associações de espíritos junto a médiuns, atendendo aos seus menores chamados, em troca, porém recebem do médium as energias vitais de que carecem. Embora os médiuns às vezes nem suspeitem, seus "associados" espirituais são espíritos inferiores que se juntam aos homens para parasitá-los ou fazer simbiose com eles.

Já no “Parasitismo” propriamente dito, que na Biologia consiste no fenômeno pelo qual um ser vivo extrai direta e necessariamente de outro ser vivo hospedeiro os materiais indispensáveis para a formação e construção de seu próprio protoplasma. O hospedeiro sofre as conseqüências do parasita em graus variáveis, podendo até morrer, haja vista o caso da figueira, que cresce como uma planta parasita, e a medida que cresce, sufoca completamente a planta hospedeira a ponto de secá-la completamente.

O parasitismo espiritual implica sempre na viciação do parasita. O fenômeno não encontra respaldo ou origem nas tendências naturais da espécie humana, pelo contrário, cada indivíduo sempre tem condições de viver por suas próprias forças. Não há compulsão natural à sucção de energias alheias, é a viciação que faz com que muitos humanos, habituados durante muito tempo a viver da exploração, exacerbem esta condição anômala, quando desencarnados.

Tanto quanto o parasitismo entre seres vivos, o espiritual é vício muitíssimo difundido. Casos há em que o parasita não tem consciência do que faz, às vezes, nem sabe que já desencarnou, já outros espíritos, vivendo vida apenas vegetativa, parasitam um encarnado sem que tenham a mínima noção do que fazem, não tem idéias, são enfermos desencarnados em dolorosas situações, é neste parasitismo inconsciente se enquadra a maioria dos casos.

Há também os parasitas que são colocados por obsessores para enfraquecerem os encarnados, casos estes, que aparecem em obsessões complexas, sobretudos quando o paciente se apresenta normalmente debilitado. O primeiro passo do tratamento consiste na separação do parasita do hospedeiro, cuida-se do espírito, tratando-o, e assim facilitando a cura do paciente encarnado. Por fim, tratase de energizar o hospedeiro, indicando-lhe condições e procedimentos preventivos.

Uma outra ação obsessiva, o “Vampirismo” que se diferencia do parasitismo pela intensidade da ação nefasta do vampiro, determinada pela consciência e crueldade com que é praticada, que tem, portanto, a intenção, vampirizam porque querem e sabem o que querem.

André Luiz nos informa no livro Missionários da Luz: "Sem nos referirmos aos morcegos sugadores, o vampiro, entre os homens é o fantasma dos mortos, que se retira do sepulcro, alta noite, para alimentar-se do sangue dos vivos. Não sei quem é o autor de semelhante definição, mas, no fundo, não está errada. Apenas, cumpre considerar que, entre nós, vampiro é toda entidade ociosa que se vale, indebitamente, as possibilidades alheias e, em se tratando de vampiros que visitam os encarnados, é necessário reconhecer que eles atendem aos sinistros propósitos a qualquer hora, desde que encontrem guarida no estojo de carne dos homens."

Há todo um leque de vampiros, em que se encontram criaturas encarnadas e desencarnadas, todos espíritos inferiores, ociosos e primários, que podem vampirizar ou parasitar tanto encarnadps como desencarnados.

Como podemos observar, as ações obsessivas podem ir desde de uma simples indução espiritual inviluntária até o vampirismo consiente e cruel. A evelução do mundo espiritual é tão grande que existem grandes “técnicos” e “cientistas” que desenvolvem vários aparelhos complexos, para os auxiliarem em seus objetivos obsessivos sordidos.

Com isso além das ações obsessivas que já estudamos existem as mais complexas onde podemos iniciar pela “Síndrome dos Aparelhos Parasitas no Corpo Astral”. A finalidade desses engenhos “eletrônicos” e sofisticados é causar perturbações funcionais em áreas como as da sensibilidade, percepções ou motoras, e outros centros nervosos, como núcleos da base cerebral e da vida vegetativa. Mais perfeitos e complexos, alguns afetam áreas múltiplas e zonas motoras específicas, causando respostas neurológicas como paralisias progressivas, atrofias, hemiplegias, síndromes dolorosas e outras, paralelamente às perturbações psíquicas.

Como se vê, o objetivo é sempre diabólico, desarmonizar a fisiologia nervosa e fazer a vítima sofrer. A presença de aparelhos parasitas já indica o tipo de obsessores que terão de ser enfrentados, em geral podem ser o inimigo da vítima que contrata, mediante barganha, um mago das Trevas, especializado na confecção e instalação desses aparelhos; ou o obsessor é o próprio técnico, que confecciona, instala o aparelho e, como se não bastasse, também zela pelo ininterrupto funcionamento, o que torna o quadro sobremaneira sombrio.

É comum obsessores colocarem objetos envenenados em incisões operatórias, durante cirurgias, para causar nos enfermos o maior mal-estar possível, já que com isso impedem a cicatrização ou ensejam a formação de fístulas¹ perigosas. Usam para tanto, cunhas embebidas em sumos vegetais venenosos, tudo isso no mundo astral, mas com pronta repercussão no corpo físico: dores, prurido intenso, desagradável calor local, inflamação e etc.

Os aparelhos são colocados, com muita precisão e cuidado, no Sistema Nervoso Central dos pacientes. Em geral os portadores de tais aparelhos são obsediados de longa data. O objetivo desses aparelhos é sempre desarmonizar a fisiologia nervosa do paciente e fazê-lo sofrer, e essa interferência constante no sistema nervoso causa perturbações de vulto, não só da fisiologia normal, mas, sobretudo no vasto domínio da mente, com reflexos imediatos para a devida apreciação dos valores da personalidade e suas respostas na conduta do indivíduo.

Como vimos tudo isso se passa no mundo espiritual, no corpo astral, e somente em desdobramento é possível retirar esses artefatos parasitas, o que explica a ineficiência dos "passes" neste tipo de enfermidade.

Temos também as “Arquepadias” (do grego "épados" = magia e "archaios" = antigo) é a síndrome psicopatológica que resulta de magia originada em passado remoto, mas atuando ainda no presente, freqüentemente nos encarnados que apresentam quadros mórbidos estranhos, subjetivos, sem causa médica conhecida e sem lesão somática evidente, são levados na conta de neuróticos incuráveis. Queixam-se de cefaléias, sensação de abafamento, ou crises de falta de ar sem serem asmáticos, outros têm nítida impressão de que estão amarrados, pois chegam a sentir as cordas; alguns somente sentem-se mal em determinadas épocas do ano ou em situações especiais.

Os doentes sofrem no corpo astral, situações de encarnações anteriores. Alguns foram sacerdotes de cultos estranhos e assumiram páctos com entidades representando deuses, selados às vezes com sangue, formando, dessa forma, fortes laços de imantação que ainda não foram desfeitos. Outros, em encarnações no Egito sofreram processos de mumificação especial, apresentando ainda em seu corpo astral as faixas de conservação cadavérica e os respectivos amuletos fortemente magnetizados e alguns sofreram punições e maldições que se imantaram em seus perispíritos e continuam atuando até hoje. Sempre é necessário um tratamento especial em seu corpo astral para haver a liberação total do paciente.

Outra ação obsessiva bem difundida é a “Goécia” ou “Magia Negra”. Sabemos que em todas as civilizações, e desde a mais remota antigüidade, a magia esteve presente. Começou provavelmente, com o homem das cavernas. Sabemos de seus rituais propiciatórios para atrair animais com que se alimentavam, de rituais mágicos em cavernas sepulcrais, de invocações às forças da Natureza para defesa da tribo contra animais e inimigos. Essa magia natural teve suas finalidades distorcidas, tornando-se arma mortífera nas mãos de magos renegados.

A magia é a simples utilização das forças da Natureza, dos seus elementos e dos seres espirituais que os coordenam. A Natureza é a obra de Deus na sua forma pura, não é boa, nem ruim, os seres humanos, que no seu agir errado se utiliza maldosamente dessas energias, e ao longo de seu aprendizado, se torna um mago negro, se distanciando da Lei do Criador.

O pior tipo de obsessão, contudo, por todos os motivos, complexa, é sem dúvida o que envolve a magia negra. Ao nos depararmos com tais casos, de antemão sabemos que será necessário ministrar tratamento criterioso, etapa por etapa; para retirar os obsessores, que nesses casos costumam ser muitos, procedemos à desativação dos campos magnéticos, pois sem esta providência, estes ficariam atuando indefinidamente sobre a vítima. Isto é muito importante: a ação magnética só desaparece se desativada por ação externa em relação à pessoa, ou se o enfermo conseguir elevar seu padrão vibratório a um ponto tal que lhe permita livrar-se, por si próprio, da prisão magnética. Assim como os magos negros se utilizatam das forças da Natureza de maneira errada, para fazerem as magias, podemos contar com a ela também para nos auxiliarem nos desmanches das mesmas.

Os magos das trevas têm atuação bastante conhecida, astuciosa, dissimuladora e diabólica. Apresentam-se às vezes com mansidão, somente com o diálogo, pouco será conseguido, para enfrentá-los, o operador deve ter conhecimento e suficiente experiência de técnicas de contenção, além do poder e proteção espiritual para enfrentá-los. Nunca se poderá esquecer de que, ao longo de séculos, eles vêm se preparando, e muito bem, para neutralizar as ações contra eles, e se possível, revertê-las contra quem tentar neutralizá-los.

____________________________________________________________________________________________________________________________________________

1- Fistila – O termo fístula é utilizado para designar uma comunicação entre dois órgãos ou vasos que normalmente não se comunicam. Exemplos: Fístula tráqueo-esofágica: comunicação anômala entre a traquéia e o esôfago.

Anúncios
comentários
  1. marcos artur disse:

    como faço para me livrar de obsessores

  2. marcos artur disse:

    como faço para me livrar de obsessores.

    • Oi Marcos… bom, precisa de uma orientação religiosa e de uma mudança interior, para assim elevar seu padrão vibratório, resolver suas questões íntimas e se afastar das influencias desses espíritos. Não se esqueça: “Na maioria das vezes a causa das obsessões estão em nós mesmos.”

      Um abraço

  3. Daniel Conceição disse:

    Jorge,

    Parabéns pelo ensinamento, mas muitas coisas fiquei se entender. É complexo assim mesmo? ou no desenvolver de nossa Espiritualidade e vivência vamos entedendo melhor esses processos?

    Mais uma vez muito Obrigado!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s